segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Poema de Natal

Simples como os homens do campo.
Bonito como os chalés da cidade.
Carregado com sonhos de amor, de justiça e de beleza,
O poema cresce universal.
O poema dança
Sem cobrar bilhetes 
Em cima de todos os continentes.
O poema é o sol que brilha em todos os corações,
Por que clamam  todos os invernos 
Quando a primavera se banqueteia 
Em noivado de sorrisos 
No regaço dos goiveiros.
O poema rosto triste da criança
Nas cinturas das cidades
Onde o Natal chega...
Mas não encontra empregos
Para a compra de casas, de comida,
De roupa e de brinquedos! ...
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( In, " As palavras são de água " -  Edição Chiado Editora, 2009 )
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( Foto Google )
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