terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Poema do velho de barbas brancas

Havia um velho de barbas brancas
Que vivia numa cabana
À beira de um ribeiro
Debaixo de um eucalipto.
Como eu gostava dele,
Da sua voz calma,
Do seu olhar sereno,
Do seu sorriso claro!
Passaram muitos anos...
O ribeiro já não existe: foi atolado.
O eucalipto já não existe: foi abatido.
Só o velho de barbas brancas
Permanece bem vivo
Dentro do meu coração!
-
In "As Palavras são de Água"
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