quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Poema dedicado à minha Criança Interior

Há um espaço que não muda nunca!
É onde te sentes tu.
Igual ao que eras
Longe...
Esse espaço é um bosque 
De silêncio remansoso...
Onde permaneces criança
Que te olha
E espera o teu olhar.
É um espaço no tempo sem tempo...
Em que tudo já sabias
O que agora lembras
Ao reveres o teu rosto.
Sim...já não existem as árvores.
Resta a colina, despida.
E a pedra onde te sentavas.
Mas o espaço é o mesmo
E lá permaneces sentado!...


Lx, 10 de Setembro
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