terça-feira, 15 de junho de 2010

Tudo se transforma num deserto

Tudo se transforma num deserto
As casas com os postigos fechados
Debaixo do sol escaldante
Nem um rosto
Nem um ruído
É um momento de abandono
De solidão
Em que todas as pontes ruiram
E nem um vulto na distância
Na paisagem calada...
Estes momentos são aqueles
Em que nos medimos com o silêncio
Cujo rosto
Já não encontramos disponível!
Resta-nos ali ficar à espera
No vazio
Com saudades da sua voz...
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Lx, Junho 2010
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"Os caminhos do silêncio"
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Foto Net
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