quinta-feira, 9 de junho de 2016

Nota biográfica


Berço estranho do céu caíu !
Dormindo nele vim eu !
Sem notícias de Infinito …
Que anos perdidos de céu!


Foi ilusão pretender
Que sabia do Paraíso:
contar histórias encantadas,
de noites sem voz e sem riso !

Rãs concertando nas águas…
Estrelas acenando nos céus…
Mil sonhos nos meus cabelos…
Meus olhos cobertos de véus!

Berço estranho do céu caíu!
Sonhando nele vim eu !
- Onde estão as minhas vestes?!
- Nem na terra, nem no céu !.
foto net
Eduardo Aleixo
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