segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

NATAL

( Foto, S. Tomé e Príncipe )
POEMA
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Simples como os homens do campo.
Bonito como os chalés da cidade.
Carregado com sonhos de amor, de justiça e de beleza,
O poema cresce universal.
O poema dança
Sem cobrar bilhetes
Em cima de todos os continentes.
O poema é o sol que brilha em todos os corações,
Por que clamam todos os Invernos
Quando a Primavera se banqueteia
Em noivado de sorrisos
No regaço dos goiveiros.
O poema rosto triste das crianças
Nas cinturas das cidades
Onde o Natal chega...
Mas não encontra empregos
Para a compra de casas, de comida,
De roupa e de brinquedos!...
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Eduardo Aleixo
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In " As palavras são de água "
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