domingo, 9 de agosto de 2009

LUZ

Foto de Lucília Ramos, que agradeço ( http://lucy-natureza.blogspot.com)
A luz cintila na transparência do teu olhar,
No tom calmo e firme da tua voz,
Na serenidade da tua presença,
Na frescura leve e suave das manhãs,
Na beleza tranquila e reconfortante dos poentes,
Na limpidez das águas correntes dos ribeiros,
Na leveza com que dançam as folhas das árvores no Outono
E nas gotas de orvalho que os anjos bebem ao pequeno-almoço
Antes que os pássaros acordem para anunciar a madrugada...
Eduardo Aleixo
( Poemas de... A Outra Face ...)

27 comentários:

Paulo disse...

. a luz .

. sempre a anteceder o tempo .

. na antítese das sombras dos dias doentios .

. consequentes .

. abraço.TE amigo .
. um bom domingo .

Eduardo Aleixo disse...

Paulo

Bom domingo.
Com muita luz.
E com muita amizade minha.

Multiolhares disse...

A luz cintila em tudo ainda que não nos apercebamos, e o olhar fala pela alma, duas pedras preciosas que temos na vida
beijo

Eduardo Aleixo disse...

Luna
Duas pedras preciosas, o olhar! Gostei. E é verdade. Concordo. Tudo de bom para si. Boas férias.

© Piedade Araújo Sol disse...

um poema tão terno.

transmite paz.

obrigada!

Eduardo Aleixo disse...

Piedade

Pois transmite: é da luz do poema.Também ele me suavisa. Boa semana para si, Piedade.

tulipa disse...

“A frouxidão no amor é uma ofensa,
Ofensa que se eleva a grau supremo;
Paixão requer paixão, fervor e extremo;
eu ardo, eu gemo; Eu choro, eu desespero,
eu clamo, eu tremo…”
Andando pela net, descobri esta poesia de Bocage.
Como estou de acordo com o 1º dos versos:
“A frouxidão no amor é uma ofensa…”
Pergunto, qual a tua opinião?
Vem, diz-me o que achas.
Para mim:
No amor tudo deve ser sentido e vivido com bastante intensidade.
Beijos

Aproveito para desejar uma excelente semana.

Eduardo Aleixo disse...

Tulipa

Não vais levar a mal, mas só respondo à tua pergunta, após comentares algo sobre o meu poema: afinal, não é no espaço da sua postagem que vens fazer a pergunta, ignorano-o?

f@ disse...

Olá Eduardo,

Sublime... delicado este poema onde a luz da manhã és tu nas gotas frescas de orvalho...
com asas nas palavras a madrugada a c o r d a nas tuas asas...

imenso beijinho

Eduardo Aleixo disse...

Fa
O teu comentário é, como sempre, um poema. De asas, de gota de água, de brisa leve, de oscilar de folhinha, de barquinho navegando: ar subtil, que se eleva, e fica a ver o sal, no sol, beijando, como sol as rosas na vazante...( inspirado no teu poema de sal: tão lindo! ). Boa noite amiga.

tulipa disse...

EDUARDO

Pois...
sobre o teu poema, que dizer?

Bem escrito, aliás sabes que fazes bela poesia.

Um poema com luz cintilante, olhares, vozes, manhãs...águas correntes dos ribeiros,
folhas das árvores no Outono (minha estação predilecta)...
Tantas e tantas coisas.

Antes que seja anunciada a madrugada...retiro-me que mais logo é dia de trabalho.

Estás satisfeito agora?

Eduardo Aleixo disse...

Tulipa

Tu também escreves muito bem. Sempre gostei de te ler. Agora vou ao teu blogue e responderei à questão posta. Até já.

gaivota disse...

luz, muita luz! e o acordar dos passarinhos...
lindo poema, eduardo!
beijinhos

Eduardo Aleixo disse...

Gaivota
O acordar dos passarinhos, com a gaivota já desperta, em cima das arribas...Boa semana, amiga.

antonior disse...

Cumprimento-o pelo sentido poético que atravessa todos os conteúdos deste espaço.

Agradaram-me, especialmente, os convidados dos meses que vi (os últimos três) que diversificados na expressão se unem na elevada sensibilidade que pontua as suas obras originais. Mérito o da escolha apurada.

Até breve.

Eduardo Aleixo disse...

Antonior

Obrigao pela sua visita e palavras. Fui ao seu blogue e gostei muito de o ler. Só que não vi lugar nenhum para comentar! Até breve.

Clotilde S. disse...

Eduardo,

Depois disto, que melhor poderás escrever?

Pois se dessa imensa Luz que emana do teu sentir saíu este poema que apetece ler e reler até o termos gravado na alma, guardado, como um tesouro. Está perfeito.

Parabéns amigo Poeta, um abraço cintilante.

Clo

Eduardo Aleixo disse...

Clo

Não tenho palavras para te agraecer a gentileza. Saiu-me bem o poema, sim, já tem uns meses, já foi postado, mas olhei para ele e não resisti. É mesmo da minha alma, sim, mas quem me dera ser digno da luz e ter a luz que o poema tem! Um beijinho cintilante. A ti, que bastante respeito e de quem muito gosto. Porque sendo tu muito elevada espiritualmente, muito mais do que eu sou, és muito humilde. Mas ambas as coisas estão relacionadas...

utopia das palavras disse...

Ternura, frescura
na tua alma
que leio...pura!

Um comentário modesto e pequenino perante o teu enorme talento, poeta!

bEiJo

Eduardo Aleixo disse...

Mourisca

Estás de férias, acho eu...Nunca ninguém me tinha enviado um beijo assim, com as letras da palavra beijo em...marroquino? Que faço eu com elas, se sou chaparro? Boas férias. Descansa. Não deixes o farol iluminar-te nas dunas! Hi...hi...hi...

Isabel disse...

boa noite LUZ!!!!!!!!!!!!




beijo.




.piano.

pin gente disse...

acordei com o chilrear dos pássaros que acompanha a dança dos primeiros raios de luz. as gotas de orvalho recomeçam o seu percurso ascendente, a caminho do meu olhar. o seu brilho transforma as minhas lágrimas em estrelas. cadentes são os beijos que te envio no traço que desenho no céu.


um abraço, eduardo
as tuas palavras são muito belas.

Eduardo Aleixo disse...

Isabel
Sleeping and hearing the sweet music of piano...

Eduardo Aleixo disse...

Pingente

E as tuas palavras também são muito belas, amiga. São um poema. Gosto muito do orvalho das manhãs. Os pássaros respeitam a sua puríssima beleza. Observam em silêncio o pequeno-almoço dos anjos. E só depois é que anunciam a madrugada. Mas fico contente porque já assististe. Shiu...não divulgues.

Paula Raposo disse...

É. Às vezes é assim...beijos.

Paula Raposo disse...

Gosto desta luz! Muitos beijos.

Eduardo Aleixo disse...

Paula
Sim, às vezes somos ( vemos, sentimos ) a luz que nos enche. Beijos.