segunda-feira, 20 de julho de 2009

As palavras!...

As palavras são palavras.
Nuvens...
Instrumentos na mão do vento...
O vento, somos nós!
Se o vento entoar a canção do amor,
As palavras serão de amor.
Se o vento entoar a canção do ódio,
As palavras serão de ódio.
As palavras de amor são visitas habituais
Na morada do meu coração.
As outras...
Não entram nele,
Nem permito que se aproximem!
Limito-me a vê-las,
Bichos rastejantes,
Na viagem de regresso!

12 comentários:

poetaeusou . . . disse...

*
Eduardo,
as palavras
são beijos
dos nossos bons sentimentos,
as sílabas
não são culpadas
da maldade que há em nós,
expurgar a maldade
e depois rescrever,
é o que tento fazer . . .
,
aquele abraço,
,
*

Eduardo Aleixo disse...



Expurgar a maldade e evitá-la. Passar ao largo dela. Um abraço, amigo.

Graça Pires disse...

Tentar soltar ao vento cada angústia que fere o pensamento...
Gostei deste poema com palavras com vento e com silêncios.
Um abraço.

Eduardo Aleixo disse...

Graça

Bem-vinda, Graça, nas asas do seu bom vento...

Paula Raposo disse...

As palavras são potentes...beijinhos.

Lúcia disse...

'Bichos rastejantes na viagem de regresso'
Ainda não cheguei à sabedoria de manter distância dessas outras...

Beijitos, Eduardo

Eduardo Aleixo disse...

Paula
Pois são, Paula, por isso mesmo!
Bjs

Eduardo Aleixo disse...

Lúcia
O poder vem ligado à intenção!

utopia das palavras disse...

O linho onde me deito
o rio que me brada e lava
Exaltação do meu peito
Mesmo que angustia
utopia ou liberdade
a palavra
é a minha eterna
verdade!

e eu...gostei tanto das tuas!

Beijo

Eduardo Aleixo disse...

Mourisca
Nem sei o que dizer à beleza tão terna com que me mimoseias!

f@ disse...

Olá Eduardo,

As nuvens leves e brancas...

do céu das palavras...

o coração permite tudo ao céu...

imenso beijinho

Eduardo Aleixo disse...

Fa

O coração permite tudo ao ceu em canção de som de fa
Beijo el lá