sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mão de veludo, a noite...

É mão de veludo, a noite,
Afago de orvalho nos olhos fatigados!
É fim do dia cheio de acenos
E sorrisos só aparentemente inesperados
Em sulcos incertos
Por onde voz profunda incitou
Que teus passos ousassem caminhar
Leme de arrais solitário
Nas lonjuras do mar sem fim
Com becos cansados, mas gratos,
Testemunhas do amor ilimitado!...
( Dos Caminhos do Silêncio...)
- Julho de 2009, Santa Cruz -
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