quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Poema de Paulo Cruz

Blogue INTEMPORAL
dão-se alvíssaras às sílabas na composição do
silêncio
abre-se a esfera de um beijo na atmosfera da memória
esquece-se o encontro de um ponto no
desencontro da história
sustenida a brisa desliza na filtragem do incenso
sou coágulo corrente alma inerte emergente
sou a esmola a ser sobra entre dedos laços de gente
sou o sopro do estio na voragem da vitória
a lança alcança o calafrio da batalha vã e inglória.
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Paulo Cruz,
Poema postado no seu blogue, Intemporal, em 17/7/09
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FOTO: do Paulo ------------------------ É com muito gosto, amigo, que publicito poema teu no meu À Beira de Água. Obrigado. ------------------------------
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