domingo, 24 de maio de 2009

São estas as águas

São estas as águas do rio
Que le(a)vam as letras do meu nome.
Águas limpas águas claras águas sempre em movimento.
Nelas desliza o bote do meu destino.
O meu corpo fala a linguagem dos peixes
Que sabem ser este o espaço
Da minha liberdade.
Aqui o cântico do sol e da bruma
Brota do ritmo harmonioso do meu coração
Identificado com a terra, com o céu e com a água.
O verde das margens é o verde dos meus olhos.
É este o rio certo.
O barco certo.
O ritmo certo.
( Lx, 2008 )
Fotos de Lucília Ramos - http://lucy-natureza.blogspot.com - a quem agradeço. Agradeço também a - http://porosidade-eterea.blogspot.com - o ter publicado este poema.
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