sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O MAR, SEMPRE O MAR, GRANDE POEMA, O MAR

Cada vez amo mais o mar e o Silêncio.
Cada vez amo mais as gaivotas e a sinfonia das ondas.
Cada vez amo mais ser pescador e estar sozinho junto do mar.
Cada vez sinto mais companhia no Silêncio da música das ondas.
Cada vez mais, sei que junto do mar e ouvindo a sua canção, pertenço a um Bem Maior.
Cada vez mais, amo a Natureza.
Cada vez mais, sinto-me mais leve, respirando a pureza da maresia.
A tranquilidade da música do mar e do seu azul e do azul do ceu
São a minha única tranquilidade.
Não a troco por nada deste mundo.
O MAR É O GRANDE POEMA.
E embalado por este sentimento sinto-me maior do que eu,
maior do que todas as confusões do eu!.
Canta , mar.
Canta amor de mar. Canta ribamar.
Canta ao sabor da espuma que voa pelo ar.
Palavras simples, estas, não pensadas, apenas para dizer
Que junto da canção do mar, do que é simples, do que sacia a alma,
Do que enche o coração, isso basta.
Obrigado, ó Mar.
Eduardo Aleixo
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