terça-feira, 16 de dezembro de 2008

POEMA DE NATAL

Simples como os homens do campo. Bonito
como os chalés da cidade. Carregado com sonhos de amor, de justiça
e de beleza, o poema cresce universal. O poema dança
sem cobrar bilhetes em cima de todos os continentes.
O poema é o sol que brilha em todos os corações,
por que clamam todos os invernos quando a primavera
se banqueteia em noivado de sorrisos no regaço dos goiveiros.
O poema rosto triste das crianças nas cinturas das cidades,
onde o Natal chega... mas não encontra empregos para a compra
de casas, de comida, de roupa e de brinquedos!...
Eduardo Aleixo
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