quarta-feira, 1 de abril de 2009

A chegada do poema

É uma inesperada ideia, que irrompe do nada!
Um sopro,
um acenar na bruma,
um balancear de folha,
um afagar de brisa,
uma tremura de água,
um trejeito de ombro,
um sussurrar de anca,
um barquinho no olhar...
Não sei explicar!
Batem à porta!
Quem é ?! Vou abrir. É o poema, que entra, a sorrir.... (Foto do autor ) Eduardo Aleixo
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