terça-feira, 31 de março de 2009

Saboreio a tua voz...

No perpassar indiferente do tempo inexorável
s-a-b-o-r-e-i-o a tua voz, mãe!
A tua voz é a mesma,
fresca,
terna,
gaiata,
(ai...não fosse a velhice, a doença e a solidão...),
de quando tinhas pouco mais de vinte anos
e eu era uma criança...
A tua voz é a mesma, mãe!
Será sempre a mesma!
Sempre!
Eduardo Aleixo
Postar um comentário