segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Desce, noite calma...

Desce, noite calma,
E traz-me a Sabedoria de aceitar
a Morte- Fonte- Vida,
e a Serenidade de a olhar
como Terra renascida!
Traz-me o gosto amargo
e doce das raízes,
o ovo do Ser,
a canção eterna
da chegada e da partida!
Eduardo Aleixo
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