segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ramalhete das rosas

A febre das palavras prontas para o edifício das pegadas quando o mar já foi vencido... A alegria das palavras lidas por crianças, esses animais respeitáveis com radares infinitos no corpo para o corpo infinito do mundo... A vitória das palavras, ceifadas, filtradas, construídas, modeladas, no altar da sublime solidão, regaço procurado, onde se compõe o ramalhete das rosas mais frescas das mais puras madrugadas. Eduardo Aleixo
Postar um comentário