quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Apontamentos íntimos à beira de água...

Não me importam as intenções exógenas - não levo a mal - que não se sintonizem com a minha maneira de estar no mundo. Se não se sintonizam, se não se encaixam, não são relevantes, não produzem efeito. À minha maneira de estar no mundo só a voz que vem de dentro me é essencial, sendo, no entanto, muito importantes as mãos dadas com os ventos amigos e por isso benfazejos que sopram de fora e atravessam o universo, a dimensão, o canal, onde o meu ser se movimenta.
Nada pois me perturba verdadeiramente a não ser a traição que cometa relativamente à minha interioridade. Só isso me pode amargurar.
À Beira de Água está-se bem, penso eu. As águas são claras. A sua canção pretende ser de amor, de perdão, de dádiva, de harmonia, de carinho, de serenidade, de riso pleno. E quando as tristezas e as mágoas da vida chegam - e são sempre muitas, como todos sabemos - ... lavam-se nas águas limpas ! ... Um beijo. Eduardo Aleixo
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