sexta-feira, 4 de julho de 2008

Gotas de orvalho

São sons
Sílabas
Tons
Antenas
Adagas
Faróis
Buzinas
São armas poderosas
Invisíveis
Que abrem os portais
Do nosso ser
Querem descobrir
Ou melhor regressar
Ao tempo das origens
Começam por beber
Sequiosamente
Gotas de orvalho
E nunca mais
Se deixam ver...
Eduardo Aleixo
Postar um comentário